domingo, 25 de dezembro de 2011

Design Thinking


Thomas Edison created the electric lightbulb and then wrapped an entire industry around it. The lightbulb is most often thought of as his signature invention, but Edison understood that the bulb was little more than a parlor trick without a system of electric power generation and transmission to make it truly useful. So he created that, too.

Thus Edison’s genius lay in his ability to conceive of a fully developed marketplace, not simply a discrete device. He was able to envision how people would want to use what he made, and he engineered toward that insight. He wasn’t always prescient (he originally believed the phonograph would be used mainly as a business machine for recording and replaying dictation), but he invariably gave great consideration to users’ needs and preferences.

Edison’s approach was an early example of what is now called “design thinking”—a methodology that imbues the full spectrum of innovation activities with a human-centered design ethos. By this I mean that innovation is powered by a thorough understanding, through direct observation, of what people want and need in their lives and what they like or dislike about the way particular products are made, packaged, marketed, sold, and supported.

Many people believe that Edison’s greatest invention was the modern R&D laboratory and methods of experimental investigation. Edison wasn’t a narrowly specialized scientist but a broad generalist with a shrewd business sense. In his Menlo Park, New Jersey, laboratory he surrounded himself with gifted tinkerers, improvisers, and experimenters. Indeed, he broke the mold of the “lone genius inventor” by creating a team-based approach to innovation. Although Edison biographers write of the camaraderie enjoyed by this merry band, the process also featured endless rounds of trial and error—the “99% perspiration” in Edison’s famous definition of genius. His approach was intended not to validate preconceived hypotheses but to help experimenters learn something new from each iterative stab. Innovation is hard work; Edison made it a profession that blended art, craft, science, business savvy, and an astute understanding of customers and markets.

Design thinking is a lineal descendant of that tradition. Put simply, it is a discipline that uses the designer’s sensibility and methods to match people’s needs with what is technologically feasible and what a viable business strategy can convert into customer value and market opportunity. Like Edison’s painstaking innovation process, it often entails a great deal of perspiration.

I believe that design thinking has much to offer a business world in which most management ideas and best practices are freely available to be copied and exploited. Leaders now look to innovation as a principal source of differentiation and competitive advantage; they would do well to incorporate design thinking into all phases of the process.

Getting Beneath the Surface
Historically, design has been treated as a downstream step in the development process—the point where designers, who have played no earlier role in the substantive work of innovation, come along and put a beautiful wrapper around the idea. To be sure, this approach has stimulated market growth in many areas by making new products and technologies aesthetically attractive and therefore more desirable to consumers or by enhancing brand perception through smart, evocative advertising and communication strategies. During the latter half of the twentieth century design became an increasingly valuable competitive asset in, for example, the consumer electronics, automotive, and consumer packaged goods industries. But in most others it remained a late-stage add-on.

Now, however, rather than asking designers to make an already developed idea more attractive to consumers, companies are asking them to create ideas that better meet consumers’ needs and desires. The former role is tactical, and results in limited value creation; the latter is strategic, and leads to dramatic new forms of value.

Escrito por Tim Brown e publicado na Harvard Business Review em Junho de 2008. 

O que torna os gerentes de projeto irritantes?


Artigo de Luiz Paiva, publicado no site www.projetizado.com.br

Quando assumem que podem fazer o trabalho da equipe
Gerentes de projeto não devem se meter a fazer o trabalho dos outros, mesmo que já tenham trabalhado nesta área antes. Trata-se de uma questão de foco, respeito e ética. Cabe ao gerente definir escopo, planejar prazos e deliverables e controlar custos, com o apoio da equipe. Também não há nada de errado em discutir diferentes técnicas e metodologias para chegar ao resultado.
O problema está quando o gerente começa a pisar na linha da arrogância e falta de respeito profissional, acreditando que pode fazer o trabalho do outro profissional melhor do que ele. Se o profissional não desempenha, há que substituí-lo, e não fazer o trabalho por ele.

Quando definem prazos ridículos
Definir uma meta de prazo insana não quer dizer que acontecerá. Este tipo de situação torna-se motivo de piada pela equipe, e o gerente perde credibilidade. No projeto, existem pressões naturais para redução de prazo, e o gerente precisa administrá-las para manter a bom senso nas estimativas, e não ceder cegamente ao que o patrocinador ou o cliente desejam.

Quando formalizam opiniões informais
Esta é ótima. Muitas vezes, especialmente em fases iniciais do projeto, o gerente quer obter algumas estimativas macro para seu planejamento. Ele insiste com a equipe que lhe passe alguns números de referência… e depois os formaliza como uma avaliação firme. Este é um “golpe baixo” que criará uma energia negativa da equipe em relação ao gerente de projeto. Pior ainda é quando, em uma reunião, ele pressiona para que se digam números em frente aos outros stakeholders, com o pretexto de que é “para ter uma idéia”. Especialmente quando quem está na reunião é o cliente, está criado o cenário para dificuldades de comunicação no projeto.

Quando estão mais preocupados com relatórios do que com resultados
Reportar atividades é fundamental nos projetos… mas bom senso também. O gerente de projeto deve saber dosar a necessidade de relatórios de status para que não se sobreponham às atividades em si. Mais ainda, deve ter o discernimento para compreender situações nas quais os relatórios devem ser simplesmente ignorados, para atender a necessidades críticas do projeto.

Quando não conhecem os detalhes do projeto
Os gerentes tem uma expectativa de que cada profissional que participa do projeto conheça muito bem sua área de atuação. No entanto, o mesmo é esperado da equipe… que o gerente saiba se comunicar adequadamente sobre o projeto e que tenha as informações chave que a equipe precisa para desempenhar bem suas atividades.

Luiz Paiva é Gerente de Projetos e mantenedor do Site www.ogerente.com

Pesquisa traz dados salariais sobre o mercado de gestão de projetos


Você sabia que o PMI disponibiliza – exclusivamente para membros – uma interessante e muito útil ferramenta on-line de pesquisa salarial? A Salary Survey Query permite que você pesquise e compare a remuneração de um gerente de projetos, programas, portfolios ou outras funções ligadas ao gerenciamento de projetos em âmbito global. A query pode ser feita por função, ano, moeda e certificação (certificados e não-certificados), trazendo como resultados a média salarial anual e a mediana salarial anual, entre outras informações.

Esse benefício exclusivo para membros faz parte da PMI Project Management Salary Survey, uma pesquisa completa (atualmente na sétima edição) conduzida pelo PMI com o apoio da consultoria independente PeriscopelQ. A pesquisa provê relatórios detalhados por região, além do resultado global, obtido com informações de aproximadamente 35 mil praticantes de gerenciamento de projetos ao redor do mundo. A pesquisa completa pode ser adquirida por US$ 150 (ou US$ 100 para membros do PMI); os relatórios regionais podem ser adquiridos por US$ 50 cada (ou US$ 20 para membros).

O relatório completo contém uma série de detalhes sobre a profissão, incluindo nível educacional, anos de experiência em gerenciamento de projetos, indústria, sexo entre outros aspectos.

O acesso a esse tipo de informação é importante para o profissional que deseja saber se sua remuneração está compatível com as suas responsabilidades e com o mercado no qual atua. Também serve de referência na busca de uma melhor colocação profissional.

Para saber mais sobre a Salary Survey, adquirir os relatórios completos ou fazer uma consulta rápida, acesse a página do PMI: www.pmi.org

Dilbert - Falhas em projetos