domingo, 17 de novembro de 2013

Learn the Scrum Basics

Author: Michele Sliger

By now, many project managers are familiar with agile practices. But what about the subsets of agile, like Scrum; how can this method effectively be applied to your projects?

There is a common misconception that agile is Scrum.

Scrum is indeed agile because it offers a way to implement the agile philosophy, but it is one of many agile approaches to project delivery that adheres to the Agile Manifesto and its associated principles.
Simply put, Scrum supports iterative and incremental project delivery using frequent feedback and collaborative decision-making. It consists of three pillars: transparency, inspection and adaptation.

Who Works in Scrum?

There are three roles involved in the application of Scrum in projects. These roles include:
  • ScrumMaster — keeps the process and advocates for and protects the team (often, a project manager assumes this role)
  • Product Owner — represents the customer and has authority to make decisions
  • Team — is jointly responsible for delivering the product (usually 7–10 people)


Characteristics of Scrum

Like all projects, the Scrum project begins with a clear vision — which helps shape the scope — provided by the business and a set of product features in order of importance. These features are parts of the product backlog, which the product owner maintains.

A time box, or sprint, is the set amount of time that the team has to complete the features selected. Sprints are generally from one to four weeks in length, and that length is maintained throughout the life cycle of the project so as to establish a cadence.

During the sprint planning meeting, which happens on the first day of each sprint, the team selects items from the product backlog that it believes can be completed in the sprint and creates a sprint backlog consisting of these items.

Once the team has planned the sprint, the task work begins. During this time in the sprint, the team is protected from interruptions and allowed to focus on meeting the sprint goal. No changes to the sprint backlog are allowed; however, the product backlog can be changed in preparation for the next sprint.

Scrum at Work

stands in a circle and each member states what he or she did yesterday, what he or she plans to do today and what is getting in his or her way. Team members track their progress on a task board and through the use of a burndown chart, which shows the amount of work still left to do.

At the end of the sprint, the team demonstrates the work they’ve completed to the stakeholders, and gathers feedback that will affect what they will work on during the next sprint. The team also holds a retrospective meeting to learn how to improve.

The team applies its lessons learned to the next sprint and continues this loop until the project is completed.

Scrum is an excellent method that supports the agile philosophy. It promotes continued inspection and adaptation without dictating specific project management methods.

When you use Scrum for product development or other appropriate projects, you can deliver value to the customer early and often and obtain and incorporate feedback as the project progresses.


About the author:

Michele Sliger, MBA, CST, PMP, has worked in software development for over 20 years, and has applied agile for the last 10 years. She owns Sliger Consulting, Inc., where she helps small start-ups and Fortune 500 companies with their adoption of agile and to prepare for the changes that agile adoption brings. Ms. Sliger co-authored the book The Software Project Manager’s Bridge to Agility (Addison-Wesley Professional, 2008).

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Conhecimento em gestão de projetos é cada vez mais importante.

A procura dos profissionais da área de construção civil pelos cursos de Gestão de Projetos permanece constante e em alta. Segundo José Carlos Firmino de Campos, professor e coordenador do curso de Gestão de Projetos do GVPEC – Programa de Educação Continuada da Fundação Getúlio Vargas (FGV), desde 1991 quando surgiu o curso de Gerenciamento de Projetos, o principal público-alvo são os engenheiros, arquitetos e projetistas. E o interesse desses profissionais continua crescente. “A demanda existe devido à complexidade dos empreendimentos e aos inúmeros itens que necessitam ser administrados em uma obra”, comenta.

Semestral e com carga horária de 60 horas, o curso oferecido pelo GVPEC é voltado para executivos em busca de aprimoramento profissional. “Com o advento do Project Management Institute (PMI) e a divulgação do PMBOK, conjunto de práticas em gerência de projetos, as empresas perceberam que a função de gestão de projetos poderia ser aplicada em outras áreas além da construção civil e indústria naval. A partir daí, a demanda aumentou também pelos profissionais de outros setores. Hoje, o perfil das pessoas que frequentam o curso é bem diversificado, com a presença de executivos da área de logística, jornalistas e até médicos”, comenta Campos.

Outros cursos sobre o tema também são ministrados na Fundação Getúlio Vargas. Um deles é o ‘GV in Company’, voltado para empresas de diferentes segmentos que necessitam de conteúdo específico e adequado às suas prioridades. Recentemente foi inserida a cadeira de gestão de projetos no curso de pós-graduação da GV Direito - ‘Grandes empreendimentos imobiliários e infraestrutura’. “Os advogados que trabalham em incorporadoras e construtoras sentiam a necessidade de entender melhor como funciona a prática de gestão de projetos em uma obra”, explica o professor.

Um dos principais motivos que levam os profissionais da área de construção civil a procurarem pelo curso de Gestão de Projetos é a busca por uma metodologia que os ajude a trabalhar de maneira mais eficaz. “É importante saber organizar melhor o trabalho, definir e priorizar o que precisa ser feito, montar uma cronologia assertiva, um orçamento mais confiável, reavaliar os riscos etc”, afirma o coordenador. E completa: “Percorrer todas as áreas do conhecimento faz com que os profissionais consigam a melhor maneira de gerir os projetos”.

Segundo Campos, existem gerentes de projetos que são engenheiros-residentes – que trabalham e moram na construção – ou pessoas que atuam na área de planejamento, mas não possuem o conhecimento necessário para desempenhar a função. Além de arquitetos que buscam mais informação, para que consigam criar e entregar os projetos de maneira mais assertiva.

Planejamento

De acordo com o professor, a principal função do gestor de projetos é o planejamento, que norteia todo o acompanhamento e controle da obra. “Um dos principais desafios da função é a entrega no prazo programado, com o custo previsto e com a qualidade esperada. Podemos citar como exemplo as obras que estão sendo feitas para a Copa do Mundo. Como são grandes empreendimentos e com muitas exigências, é importantíssimo seguir o que foi planejado. O que não é uma tarefa nada fácil, já que são muitos os itens e fornecedores envolvidos – estruturas, instalação elétrica, hidráulica, cobertura, pisos, ar-condicionado entre outros – além da mão de obra operária pouco qualificada, que também dificulta o andamento do projeto”, observa.

Outro ponto importante no momento de elaborar o planejamento, segundo o coordenador, é o gestor de projetos já levar em consideração os imprevistos que poderão surgir no decorrer da obra, evitando surpresas futuras. “O planejamento não é uma ciência exata, existem desvios. E quando o gestor de projetos não consegue colocar em prática o que foi previamente previsto, é necessário trabalhar com o que chamamos de análise de riscos, que são alternativas para que o projeto continue andando e de forma eficiente”.

Riscos

As obras da Copa do Mundo são ótimos exemplos do uso da análise de riscos em projetos da construção civil. “As exigências da FIFA e o prazo apertado para a entrega das obras, até por questões políticas, alterou e postergou o planejamento já estabelecido, acarretando em um grande risco de não conseguirmos entregar os projetos no tempo acordado. Outra questão é que na pressa de concluir a obra no prazo, podem ocorrer riscos de execução, como aconteceu com o estádio do Engenhão, interditado desde março por problemas estruturais”, comenta Campos.

Dentre as dificuldades da função de gestor de projetos estão a falta de estratégias e objetivos bem definidos para planejar o empreendimento; ter mais de uma pessoa responsável pelo projeto com poderes paralelos e não ter dados suficientes e adequados para basear o planejamento. “A incapacidade de acompanhar e detectar problemas com antecedência, devido à grande demanda de trabalho existente no dia a dia, acarreta em falta de tempo para se dedicar ao planejamento. E mais, a escassez de recursos, prazo curto e ausência de comprometimento da equipe também podem comprometer o resultado”, conclui o professor.

Campos ressalta ainda que liderança é a palavra-chave para o sucesso do trabalho do gestor de projetos. “Isso quer dizer: elaborar um planejamento e fazer com que a equipe cumpra o que foi programado. O que costuma acontecer é que no momento de execução da obra o cronograma é esquecido. E liderar nesse momento é imprescindível para que o estabelecido seja cumprido”, ressalta o coordenador.


Fonte: Redação AECweb / e-Construmarket


José Carlos Firmino de Campos – É bacharel em Engenharia Civil pela Universidade Mackenzie, MBA em Administração de Projetos pela FEA/FIA/USP, especialização em Gerenciamento na Construção Civil pela Escola Politécnica/FDTE - USP, PMP - Project Management Professional pelo Project Management Institute, professor da Fundação Getúlio Vargas e da Fundação Instituto de Administração em cursos de Gerenciamento de Projetos, ex-diretor do PMI – SP, Project Management Institute Brasil.

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