quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Agile Transformation: 5 Ways to Establish a Sense of Urgency

By Tirrell Payton,

When a client engages an Agile coach, there are two common reasons:
They want hands-on help through the transformation process, from start to finish.
They tried to do it themselves and have hit a plateau in adoption.
Sometimes there is a gap in understanding what Agile is about: Companies think of Agile as "just another SDLC methodology" as opposed to a new "thought framework" that will impact the whole organization.

Creating major change in an organization is tough. The change process in the context of an Agile transformation is even more tricky, because it tends to radiate out from the development group, rather than down from executive management. So you can run into a situation where marketing and legal are asking, "Why do we have to know about this Agile stuff? We don't do software." You have to be able to drive that change out, up, then down. And for that, you will need to create a sense of urgency.

Creating a strong sense of urgency requires bold, if not risky, actions that we normally associate with good leadership. We typically don't see real leadership because companies are mostly "overmanaged and underled," and having "everything under control (managed)" is the central value. It's hard to get someone to take bold action if they have been rewarded for 30 years for being cautious and prudent. Here are some ways to establish a sense of urgency:

1. Create a crisis by making an organizational failure very, very visible. Most companies try to hide, obfuscate, or downplay organizational failures. An example would be missing a key product delivery deadline because of gridlock in the legal department. Instead of chalking it up to "that's just how it goes sometimes," focus on it, talk about it, force conversations about it, and use it as leverage to shock people into talking about change.

2. Share data about customer satisfaction and financial performance across the organization. This is another area where I see obfuscation. How on earth will people feel a sense of urgency if senior management is always telling everyone, "Things are fine"? Share this information across the company so that everyone is talking from the same point of reference.

3. Insist that people talk regularly to dissatisfied customers, unhappy suppliers, and disgruntled shareholders. "But that's the job of customer service!" We are all customer service. Have developers talk to dissatisfied customers and they will learn more in a five-minute conversation than in a month of customer satisfaction surveys. Have the CEO take a few customer service calls. Have everyone share the pain. Again, this serves to put everyone on equal footing in understanding where the shortcomings are, and it increases the urgency level.

4. Put more honest discussions of the firm's problems in company newspapers and senior management speeches. American corporate culture tends to do a lot of cheerleading when things are going well, and a lot of cheerleading when things are going poorly. Your employees are not children. Be honest, air out the issues, and ensure that they are talked about every day and are at the top of everyone's agenda.

5. Bombard people with information on future opportunities, on the wonderful rewards for capitalizing on those opportunities, and on the organization's current inability to pursue those opportunities. Make the pain and shortcomings visible. This will serve to incite people to ask why, and this will activate their competitive streak to try to go after these market opportunities. Urgency increased!


Creating a sense of urgency plants the seeds of successful change.


Source: www.scrumalliance.com

Transforme o medo em sucesso nos negócios

Muitos devem pensar que medo é um sentimento que não existe em grandes líderes, mas isso é um engano. O segredo é que eles sabem dominar o medo e o usam em benefício próprio. Como? Vamos explicar melhor:

Quando pensamos em medo, a primeira coisa à se pensar é em estagnação: nós nos paralisamos diante do medo. Isso em qualquer área da vida, mas nos negócios, isso aprece negativo, já que a bandeira de carreiras de sucesso é a da ousadia, de saber arriscar-se. Mas é justamente aí que o profissional destemido acerta: em “saber” arriscar-se, pois a falta do medo faz das pessoas, imprudentes. O medo é o que os faz respeitar os perigos inerentes ao que se deve superar.

Kevin Daum, colunista do site Inc.com, fala que o medo é, na verdade, um motivador: “o medo é o meu companheiro para minha paixão. Apesar de me sentir animado em situações que ofereçam novas oportunidades e desafios , o medo me motiva à ser diligente e planejador. O medo de um concorrente pode me motivar a pensar de forma mais criativa ou trabalhar mais. Enquanto o medo enorme pode ser debilitante . Em última análise, eu preciso de uma dose saudável de medo na minha vida para me fazer apreciar os desafios que tenho de superar”.

A seguir, algumas dicas para superar o medo nos negócios:

1 . Concentre-se no Essencial

Faça uma triagem das coisas à serem resolvidas e comece com as mais fáceis. Assim, terá tempo para se dedicar àquela que não domina com toda a concentração e tempo necessário.

2 . Não deixe o medo ser contagioso

Assim como o herói em seu filme de zumbi apocalipse favorito, a maneira como você se aproxima da incerteza e do medo define o tom para toda a organização. Em caso de crises internas, o mais positivo para uma equipe é se unir e usar as mudanças como uma oportunidade para melhorar o desenvolvimento do trabalho.

3 . Considere a raiz do seu medo

Como a reação ao medo é sempre impulsiva, muitas vezes não conseguimos pensar qual é a sua causa. Por exemplo, seu medo de voar pode ser um sintoma de alta necessidade de controle, e que essa falta de controle produz uma tremenda ansiedade. Ou o seu medo de falar em público ( o número 1 da lista do mundo dos medos! ) pode ser um sintoma de insegurança – você não é experiente o suficiente ou preparado o suficiente para fazer um discurso fluente.

Ao começar a pensar sobre o seu medo, pode determinar se sua resposta principal é a insegurança, a sensação de perda,  a necessidade de controle ou desconforto com a incerteza. Uma vez que você honestamente identificar qual a origem do seu medo, você começa a conhecê-lo mais intimamente. Sendo assim, fica mais fácil em saber como gerenciá-lo a partir de experiências e informações e conseguir alcançar o seu objetivo.

4 . Risco-Recompensa

O medo é um grande problema nos negócios de hoje, com muitos funcionários receosos em fazerem qualquer coisa que possa colocar seus empregos em risco. Então, o que pode um líder inteligente fazer para que seus funcionários abandonem seus medos e deem o seu melhor desempenho para a organização? A melhor recompensa é estimular a sua equipe a inovar, a pensar fora da caixa, tendo chances de crescer dentro da organização.



Fonte: Blog 3M Inovação

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

CDI e PMIEF no Encontro do Instituto de Liderança do PMI® 2013 - New Orleans

A parceria entre o PMIEF (Fundação Educacional do PMI) e o CDI (Centro de Inclusão Digital), que foi objeto da seção de Educação do mês passado, foi apresentada no Encontro do Instituto de Liderança do PMI® de 2013, em outubro passado, em Nova Orleans, Louisiana. Acilio Marinello, PMP do Capítulo do PMI de São Paulo falou sobre o trabalho de seu capítulo com os jovens e inspirou participantes da sessão a se envolverem em suas comunidades.

Acilio falou sobre os esforços do Capítulo do PMI de São Paulo para recrutar voluntários em nome do Centro de Inclusão Digital (CDI), uma organização não governamental que tem o gerenciamento de projetos integrado em seus programas para jovens. O CDI capacita jovens menos favorecidos com tipos de treinamento e desenvolvimento de habilidades que são necessárias à sua inclusão no mercado de trabalho. Acilio recrutou mais de 30 voluntários através do Sistema de Gerenciamento de Relações com Voluntários do PMI (VRMS) para facilitar o treinamento de gerenciamento de projetos dos jovens do CDI. Além de compartilhar as lições aprendidas, ele descreveu a incrível paixão que o voluntariado gera. Sua apresentação em breve estará disponível no site do PMIEF.

Para mais informações a respeito deste projeto, acesse o blog do CDI do Brasil.



Fonte: PMI Brasil e-Link – Dezembro 2013

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Por que você se aproxima de quem pensa como você?

Por: Belle Cooper,

Tendemos a gostar de pessoas que pensam como nós. Se concordamos com o que alguém acredita, estamos propensos a fazer amizade com essa pessoa. Faz sentido. Significa que subconscientemente começamos a ignorar ou a rejeitar qualquer coisa que ameace nossa visão de mundo, uma vez que nos cercamos de pessoas e informações que confirmam aquilo que já pensávamos.

Isso é chamado de viés de confirmação. Se você já ouviu falar da ilusão de frequência, isso é bem parecido. A ilusão de frequência acontece quando você compra um carro novo e, de repente, você vê o mesmo carro em todos os lugares. Ou quando uma mulher grávida começa a notar grávidas por toda parte. É uma experiênca passiva, onde nosso cérebro busca informações relativas a nós, mas acreditamos que houve um aumento real na frequência dessas ocorrências.

Viés de confirmação é uma forma mais ativa da mesma experiência. Acontece quando proativamente buscamos informações que confirmem nossas crenças existentes. E não fazemos isso só com as informações que recebemos, mas também aproximamos nossas memórias dessa maneira.

Em um experimento de 1979, na Universidade de Minnesota, os participantes leram sobre a história de uma mulher chamada Jane, que era extrovertida em algumas situaçãoes e introvertida em outras. Quando os participantes retornaram alguns dias depois, eles foram divididos em dois grupos. A um grupo foi perguntado se Jane se encaixaria em um emprego como bibliotecária, o outro foi questionado sobre ela ter um emprego de agente imobiliária.

O grupo “bibliotecária” lembrou de Jane sendo introvertida e falou mais tarde que ela não se adequaria ao emprego de agente imobiliária. O grupo “agente imobiliária” fez o exato oposto: eles lembraram de Jane como extrovertida, disseram que ela se encaixaria no emprego de agente imobiliária e quando eles foram perguntados mais tarde se ela daria uma boa bibiliotecária, falaram que não.

Desafiar nossas crenças é a única maneira de evitarmos ser pegos no viés de confirmação. Ouvir o oposto e considerar o diferente é indispensável para a vida.


Fonte: www.administradores.com.br