quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Is innovation in your DNA?

By Rajashekara V. Maiya

The emphasis on innovation has never been more acute; that has been clearly established based on the findings of this year’s Efma-Infosys Innovation in Retail Banking study. But the study has also found that the innovation effort in most banks is not supported by a designated central resource or by an organizational framework that brings together employees from across functions and business lines.

But there are banks, as the study documents, that have mastered the art of making innovation a structured and enterprise-wide effort.    

One of Europe’s largest banks UniCredit, for example, has a clearly defined structure for fostering innovation. Firstly, it relies on strong processes for identifying trends, defining priorities and using open innovation.  It also has dedicated innovation teams  - for retail banking, for technology & operations and a specialized R&D team – and uses internal networking and collaboration tools and communities to ensure that employees are engaged in the innovation process.

Colombian bank Davivienda has a fully fleshed out innovation system that includes tools, principles, procedures and guidelines. The system has thus far been used to train more than 600 ‘innovation coaches’ and over 7,000 employees and to deliver hundreds of innovation projects. The company’s innovation culture is a result of continuing investments in external professional support, thousands of man-days of training and company-wide events to address various aspects of innovation. 

And then from the technological hotspot that is South Korea comes a bank that firmly believes that constant innovation is the fundamental catalyst for growth. Hana Bank, one of the largest retail banks in the country, has won multiple awards for  innovation. It was the first to offer a smartphone banking service in the country in 2009. In 2010, it rolled out its personal financial management tool by pre-installing it on Samsung phones. Last year saw the launch of its award winning e-wallet that even non-Hana customers could use. All this has been driven by making innovation an integral part of the bank’s culture.

For innovation to be successful and sustainable, banks have to create the requisite frameworks and structures that enable all stakeholders to participate in the process. For continuous innovation to deliver tangible results, it has to become part of the cultural DNA at banks.

Source: 3M Brazil Newsletter

Liderança - 6 ferramentas que você pode dar para alguém atingir suas metas

Trecho extraído do artigo de Raúl Candeloro, publicado no site www.administradores.com.br

1)  Poder/autoridade: a pessoa que recebeu a incumbência/tarefa tem o poder e autoridade necessários para atingir o objetivo? De verdade?

2)  Conhecimento: a pessoa tem os conhecimentos necessários para atingir suas metas? Ela precisa fazer algum curso, ler alguns livros, se desenvolver em alguma área?

3)  Informação: a pessoa tem as informações necessárias para atingir suas metas? Por exemplo, relatórios internos, dados, números? São confiáveis? Estão atualizados? Dão uma visão completa do 'todo' sendo discutido?

4)  Dinheiro: a pessoa tem uma remuneração justa e alinhada com o atingimento da meta (e o que se pode esperar de uma pessoa capaz de atingir essa meta)?

5)  Recursos: a pessoa tem o material/equipamento necessários para atingir a meta?


6)  Motivação: a meta está alinhada com valores pessoais, aspirações e expectativas da pessoa?

Project Management in under 8 minutes!!!


Você é viciado em trabalho? Está na hora de repensar suas atitudes

Por: Cíntia Bortotto

O workaholic sempre existiu, mas, nos últimos anos, o número de pessoas com esse problema passou a ser maior pela competitividade do mundo corporativo ou até mesmo pela ganância de certos indivíduos

Você sabia que trabalho em excesso pode acabar se tornando compulsão? Os workaholics também são conhecidos como trabalhadores compulsivos ou dependentes do trabalho. O workaholic sempre existiu, mas, nos últimos anos, o número de pessoas com esse problema passou a ser maior pela competitividade do mundo corporativo ou até mesmo pela ganância de certos indivíduos. Muitas vezes, a dependência pelo trabalho nasce de necessidade que o indivíduo tem de provar algo para si mesmo ou para alguém, por exemplo, que pode fazer determinado projeto, ou que pode ser promovido, entre outros.

Em geral, o processo de se tornar um workaholic se dá de duas maneiras. Em primeiro lugar, pode ocorrer por conta da necessidade. Nesse caso, muitas vezes o início ocorre porque a pessoa não ganhava o suficiente trabalhando numa carga considerada normal, ou seja, jornada de 8 horas diárias. A pessoa começou então a trabalhar mais, às vezes com horas extras, às vezes em dois empregos e se acostumou a isso. Como quer sempre se mostrar capaz de dar conta de tudo, continuou com o ritmo acelerado e nem pensa em diminuir.

Os danos pessoais mais comuns estão ligados à saúde, ou seja, a pessoa começa a ficar doente. Gastrites, crises de insônia, impotência sexual e falta de apetite são alguns dos principais sinais. Para a família e amigos, o dano mais comum é a falta de convivência e todas as consequências que isto pode gerar. Distanciamento nas relações com o cônjuge, filhos, pais, separações, ausência em momentos importantes da vida de quem se ama, gerando a falta de credibilidade por parte do outro, falta de entendimento sobre o que ocorre na vida do outro.

Para evitar este processo, é preciso encontrar outras motivações que não apenas o trabalho. Ter autoestima forte também ajuda, pois você não tem de fazer tudo exatamente na hora em que pedem: pode aprender a negociar tanto prazos quanto o que é esperado. Saber se colocar sem ter medo de perder o emprego ou ser mal interpretado pode ajudá-lo.

Outro ponto importante é marcar compromissos como inglês, academia e jantares em horários logo após o expediente, assim você se obriga a sair no horário. Resista à tentação de desmarcar ou remarcar. Mais uma dica é começar atividade física, ou intensificar se você já faz uma. Isso fará com que você consiga se concentrar mais e render mais durante o dia de trabalho, evitando horas extras após o expediente.

Se você já caiu nesse esquema e está sofrendo por estar viciado no seu trabalho, não se desespere.

Lembre-se: não coloque todo o foco de sua vida em um só pilar, pois se esse ruir, a probabilidade de uma depressão é enorme. Divida sua energia em vários setores, como família, lazer, o lado espiritual, trabalho, amigos, atividades físicas, etc. Com autoconhecimento e autopercepção é possível chegar ainda mais longe de forma saudável. Siga confiante e boa sorte!

Fonte: www.administradores.com.br